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sexta-feira, 17 de abril de 2009

AOSS apoia familiares de militares em protesto


Saiu no JC , estivemos lá e demo total a poio aos reclamos dos familiares dos companheiros injustiçados e perseguidos:

» PUNIÇÕES
Familiares de PMs protestam
Publicado em 17.04.2009


Familiares e amigos de policiais militares fizeram protesto, ontem, com o objetivo de sensibilizar a população e a Secretaria de Defesa Social (SDS) com relação ao controle externo da corregedoria. O ato começou em frente à sede da SDS, em Santo Amaro, área central do Recife, e terminou com o grupo concentrado em frente ao Palácio do Governo. Os manifestantes afirmam que os PMs estão sendo punidos de forma inadequada, já que, muitas vezes, eles são expulsos da corporação ou presos antes de serem julgados.

Fonte: http://jc3.uol.com.br/jornal/2009/04/17/not_326937.php

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Justiça aceita denúncia contra Romero Menezes, o nº 2 da PF e ex-SDS de Eduardo

Como não deu ainda nos jornais locais, ainda vale o registro.



A Justiça Federal do Amapá aceitou denúncia contra o ex-diretor-executivo da Polícia Federal, Romero Menezes, suspeito de ter vazado a Operação Toque de Midas.

A operação foi realizada em 11 de julho para investigar se o governo amapaense beneficiou a MMX, de Eike Batista, durante a licitação da Estrada de Ferro do Amapá.

A denúncia, oferecida em 28 de outubro pelo Ministério Público Federal, também aponta envolvimento de José Gomes de Menezes Júnior, irmão de Romero, no vazamento.

José Gomes trabalha no ramo de segurança privada e limpeza. Ele prestava serviços no Amapá para a MMX. Os dois foram presos em setembro a pedido do Ministério Público.

Na última quarta-feira, o juiz federal Anselmo Gonçalves da Silva abriu ação penal contra os irmãos Menezes.

A denúncia do MPF os coloca como responsáveis por violação do sigilo funcional e concussão (quando funcionário público utiliza cargo para uma vantagem indevida a si ou a outra pessoa).

O delegado, que está afastado de suas funções, só irá se manifestar após a conclusão do processo disciplinar da PF sobre o caso.

Em setembro, Romero Menezes disse à cúpula da PF e ao ministro Tarso Genro (Justiça) que sua prisão foi solicitada pelo Ministério Público Federal devido a divergências com o superintendente da PF no Amapá, Anderson Rui Fontel

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Número dois na hierarquia da PF é preso

Número dois na hierarquia da PF é preso

O delegado Romero Menezes foi preso a pedido do Ministério Público Federal sob a acusação de usar o prestígio do cargo para favorecer o irmão, José Gomes de Menezes Júnior.

O diretor-executivo da Polícia Federal, número dois na hierarquia do órgão, foi preso nesta terça acusado de vazar informações sobre uma operação e favorecer o irmão.

O delegado Romero Menezes foi preso a pedido do Ministério Público Federal do Amapá, quando se preparava para participar de uma reunião na sede da Polícia Federal, em Brasília. Foi o diretor-geral, Luiz Fernando Corrêa, que indicou Romero para o cargo, quem pessoalmente deu a ele a voz de prisão.

Romero Menezes era o número dois na hierarquia da Polícia Federal. Foi preso sob a acusação de usar o prestígio do cargo para favorecer o irmão, José Gomes de Menezes Júnior, que gerenciava uma empresa de conservação e segurança no Amapá.

Segundo o Ministério Público Federal, o delegado é suspeito também de vazar informações sobre a operação Toque de Midas, que investiga irregularidades em uma licitação no Amapá. A licitação foi vencida pela empresa MMX, de Eike Batista. O irmão do delegado prestava serviços para a MMX.

Por causa do vazamento de informações, a operação Toque de Midas, realizada em julho, foi antecipada em uma semana, o que teria prejudicado a investigação. A prisão do delegado Roberto Menezes, do irmão dele e de Renato Camargo, diretor da MMX no Amapá, vale por cinco dias e pode ser prorrogada.

“Na visão do juiz e do Ministério Público, foi necessário a expedição do decreto de prisão por um curto espaço de tempo para que fossem coletadas as provas”, declarou o delegado Roberto Trocon.

Fonte: http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL762499-10406,00-NUMERO+DOIS+NA+HIERARQUIA+DA+PF+E+PRESO.html