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quinta-feira, 16 de abril de 2009

Justiça libera dois soldados que dormiram no posto policial e foram presos pela corregedoria da PM



Pois é amigos mais uma arbitrariedade da CORREGEDORIA DO GOVERNO EDUARDO CAMPOS, que a AOSS consegue corrigir:


Tá no Blog do Jamildo:

Justiça libera dois soldados que dormiram no posto policial e foram presos pela corregedoria da PM

POSTADO ÀS 19:08 EM 09 DE Abril DE 2009

O juiz Sylvio Paz Galdino, em decisão no plantão judiciário, mandou soltar agora há pouco os dois soldados que foram presos pela Corregedoria da PM por estarem dormindo no posto policial da Lagoa do Náutico. Ele foram levados ontem ao Creed, em Abreu e Lima. O soldado Edivaldo Santiago de Azevedo e a policial Luziane Julião da Silva pertencem ao 6º batalhão.

No despacho, o juiz disse que a punição era desproporcional, sugerindo que poderia haver uma ação disciplinar. Vladimir Assis, da AOSS, disse que a prisão teria causado revolta na tropa, pois é normal uma soneca que não comprometa o serviço.

Fonte: http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2009/04/09/justica_libera_dois_soldados_que_dormiram_no_posto_policial_e_foram_presos_pela_corregedoria_da_pm_44405.php

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

CCJ aprova regulamentação do uso de algemas

CCJ aprova regulamentação do uso de algemas

Por unanimidade, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, em primeiro turno, o projeto de lei que regulamenta o uso de algemas em todo o território nacional. A matéria será apreciada em segundo turno pela CCJ na próxima semana. O tema voltou à tona após o episódio em que a Polícia Federal (PF) utilizou algemas para prender o banqueiro Daniel Dantas, investigado pela Operação Satiagraha.

"Quando criei o projeto era para evitar que o pobre fosse humilhado. Sei que os abusos são cometidos especialmente contra os mais pobres. Com essa nova clientela de colarinho branco, isso sensibilizou muita gente e o projeto voltou a ser apreciado depois de quatro anos", disse o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), autor do projeto.

A partir da proposta, as algemas somente poderão ser empregadas caso o preso em flagrante delito ofereça resistência ou tente fugir; em circunstâncias excepcionais, quando o policial julgar indispensável o uso de algemas; ou ainda quando não houver outros meios idôneos para realizar a prisão. Segundo Demóstenes, as novas regras atingiriam, por exemplo, casos como do ex-banqueiro Salvatore Cacciola, que fugiu do Brasil após ser condenado pela Justiça brasileira.



A matéria foi aprovada após o relator substituto, Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), acolher cinco emendas, sendo três do senador Aloizio Mercadante (PT-SP) e outras duas assinadas pela relatoria. Entre as emendas, Mercadante propôs acrescentar entre os possíveis usos de algemas as situações “que coloquem em risco atual ou iminente a integridade física dos agentes públicos responsáveis pela diligência”.



“Temos tido vários abusos no uso de algemas. O cidadão acaba sendo punido sem que haja julgamento”, defendeu Mercadante.



Fica configurado abuso de autoridade e expressamente vedado o uso de algemas como forma de sanção ou quando o investigado ou acusado, de forma espontânea, se apresentar à autoridade administrativa ou judiciária.

Pela primeira vez no ordenamento jurídico brasileiro, o uso de algemas poderá ser regulamentado. Desde 1984, a lei de Execução Penal (Lei 7210) prevê que o Executivo regulamente o assunto por meio de decreto presidencial. A falta de previsão legal por parte do Executivo levou o Congresso a legislar sobre o tema. O projeto ficou parado na Casa por quatro anos. (Renata Camargo)

Fonte: http://congressoemfoco.ig.com.br/Noticia.aspx?id=23623