terça-feira, 27 de abril de 2010

Militares do interior sem direito a transporte

Bombeiros e Policiais Militares da capital já gozam do direito ao transporte gratuito, falta atender nossos heróis do interior de Pernambuco.

Já enviamos vários documentos, fizemos vários apelos ao governo e gestores, porém, sem sucesso. Renovamos hoje nosso pleito, junto ao novo Comando Geral, indagando qual o posicionamento do governo no tocante a esta querela que parece não ter fim.

Estamos publicando aqui, apenas para dar satisfação aos nossos companheiros, que nos cobram isso diariamente, saibam que estamos atentos a tudo isso e, vamos aproveitar o bom momento, de grande diálogo para relembrar as autoridades de mais essas demandas...

Hoje enviamos novo oficio ao Comandante Geral, e estaremos publicando a resposta assim que a tivermos...

DIÁLOGO RESTABELECIDO: VAMOS ÀS AÇÕES!


Nossas impressões após o café da manhã do dia 26 de abril no Comando Geral da PMPE

DIÁLOGO RESTABELECIDO: VAMOS ÀS AÇÕES!

Com a abertura, queremos crer que plena, dos canais de negociação junto ao governo do estado temos que definir as ações que tragam resultados que todos nós temos perseguido, quais sejam: Melhores condições de trabalho e respeito à categoria dos militares estaduais, salário justo e proporcional ao grau de exigência e responsabilidade atribuída aos servidores, que são os únicos que juram defender a sociedade, mesmo com o risco da própria vida e, devem ter dedicação exclusiva à atividade que exercem.

Após o café da manhã oferecido às entidades ligadas aos milicianos, que foi articulada pelo novo comandante geral (Cel PM Lira), e contou com a presença do novo secretário de defesa social (Dr. Wilson Damázio), bem como demais integrantes da cúpula da PMPE, estabeleceu-se um "armistício" (cessar fogo, trégua etc.), não que estivéssemos em guerra, porém, as dificuldades que nos são impostas por conta da carreira militar, em muito limita nossa possibilidade de exercer na plenitude o direito à associação, garantido na DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS e em nossa Constituição Federal.

Em sua fala inicial, o secretário de defesa social fez uma retratação em referência à entrevista que deu no programa Bom Dia Pernambuco, de 20 de abril de 2010, (confira aqui), retificando o que falara, alegando que as perguntas eram confusas e que teria se expressado mal, enfim, admitiu que os militares são muito importantes na construção da segurança pública e, que é preciso ajustar os salários e qualificar nossos policiais e bombeiros militares também.

Ao final do encontro, em um clima de bastante harmonia e descontração, o Dr. Damázio fez uma colocação que não se coaduna com o sentimento das entidades, segundo o nosso consenso geral, que os pleitos deveriam ser levados e apresentados via comando geral, ora, nós somo Pessoa Jurídica de Direito Privado, podemos ir buscar nossos anseios onde bem entendermos, não queremos de forma alguma desacreditar a entidade COMANDO GERAL, mas, o comando é cargo em comissão, que representa o governo, esse pedido do secretário, deveria ser direcionado aos integrantes da corporação em seus extratos ou segmentos, como os CORONÉIS, GRANDES COMANDOS, COMANDANTES DE UNIDADE etc., estes sim devem seguir a velha CADEIA DE COMANDO, o que não pode ser imposto às associações, que são autônomas e não estão sujeitas ou vinculadas a qualquer corporação.

Concluindo, acreditamos que houve uma evolução no processo e, que os novos dirigentes da segurança pública se mostraram dispostos e com grande capacidade de diálogo, palavra chave do momento, quanto a nós estamos tentando consolidar a união das entidades em prol da categoria e, não abriremos mão da nossa LEGITIMIDADE em representar defender os interesses daqueles que nos elegeram e confiam em nosso trabalho.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Movimento Polícia Legal e Tolerância ZERO: trabalhar é melhor do que fazer greve

Por Flávio Henrique, do Diário de um PM:

Sabe qual a melhor maneira para a polícia paralisar suas atividades? Trabalhando e muito. A princípio isso não faz sentido, mas logo se percebe que ao aumentar a quantidade de serviços prestados, rapidamente a “máquina” pára por não dar conta da demanda. Vejamos um exemplo – que nada tem a ver com polícia – para entender o que estou dizendo.

Imagine um site com uma média de visitas relativamente baixa (mil visitas diárias) e repentinamente o número de acessos se eleva para 1 milhão. O que acontece? O domínio sai do ar, porque o servidor (responsável por armanezar o conteúdo) não suporta toda as visitas e “trava”. Ou seja, parou por “trabalhar” demais.

Com o serviço policial militar acontece algo semelhante. Muitas contravenções penais de menor potencial ofensivo são ignoradas para que o serviço continue. A famosa “vista grossa”. Então… O que aconteceria se os agentes de segurança pública decidissem aplicar a Lei para toda e qualquer irregularidade presenciada? A resposta é simples: a polícia pararia.

Quantas horas “perdemos” em uma Delegacia de Polícia durante a realização de um flagrante? Duas? Três? Muitas vezes, bem mais do que isso. Isso significa que a viatura de determinada área que estiver em uma DP inevitavelmente não realizará o patrulhamento, muito menos poderá atender qualquer ocorrência enviada pela Central (COPOM, CIOSP, CIODS…). Pense agora o que aconteceria se todas as guarnições estiverem nas delegacias ocupadas com procedimentos legais? Simplesmente faltaria polícia nas ruas e é justamente aí que o “bicho pega”. Sem polícia nas ruas (já que estão ocupadas nas delegacias), as emergências continuarão a existir e fatalmente se acumularão, uma vez que a Central não disponibilizará de efetivo para atender os chamados da população (190). Viu só como a máquina pára?

Essa maneira de reivindicação foi utilizada com sucesso pela Polícia Militar de Sergipe (PMSE) e já tem servido de modelo para outros Estados. Porque greve é algo que não se cogita (até pelo impedimento constitucional) entre os militares e se a polícia existe para fazer valer a Lei, nada mais justo do que cumprir com o seu dever. O nome disso é Tolerância Zero. Esse é o poder do Movimento Polícia Legal.

Ao que parece, policiais e bombeiros de todo o Brasil já começam a se articular para deflagrarem o MPL com o intuito de forçar nossos representantes políticos a aprovarem a famosa PEC 300. Ao menos no âmbito virtual (blogues, twitter e comunidades do Orkut) já é forte a instigação para lutar por melhorias.

Caso seja aplicado, toda a sociedade sentirá o impacto e é provável que os anseios dos profissionais de segurança pública sejam ouvidos e principalmente atendidos. Sendo assim, caro amigo, FAÇA O PROCEDIMENTO!

A imagem é uma criação de Narjara França, namorada do soldado PMRN Pedro Gomes (um dos primeiros a acreditar na PEC 300 e lutar para que ela se torne uma realidade).
Pedro Gomes também é conhecido como “Neto Doido”, o policial mais lúcido (alguns o chamam de folgado) que já conheci.

Fonte: http://www.diariodeumpm.net/2010/03/31/movimento-policia-legal-e-tolerancia-zero-trabalhar-e-melhor-do-que-fazer-greve/

terça-feira, 20 de abril de 2010

Curso superior para ser Policial Civil - MENTIRA

Já não aguentamos mais ficar ouvindo essa conversa de que o policial civil deve ganhar mais que o militar pela mentira de que os civis deveriam ter curso superior, e que o novo secretários de defesa social falou em entrevista no Bom Dia Pernambuco da rede Globo, para matar a mentira anexo o edital do concurso:

Trechos do edital do último concurso da Polícia Civil de Pernambuco de 2006



Vejam que não foi cobrado curso superior, e sim nível médio e carteira de habilitação, tal qual os soldados da PMPE e CBMPE:

..............................
................


2.2. NÍVEL MÉDIO

2.2.1 CARGO: ESCRIVÃO DE POLÍCIA DE 3ª CLASSE – SÍMBOLO QAPC - I

2.2.1.1 DESCRIÇÃO SUMÁRIA DE ATIVIDADES: preparar e ordenar os autos e demais peças de inquéritos policiais e sindicâncias
administrativas; lavrar todos os autos, termos e certidões vinculados à Policia Judiciária; guardar todos os inquéritos e sindicâncias, bem
como os documentos e objetos relativos aos mesmos, zelando por sua conservação e limpeza; receber e recolher à repartição competente,
as importâncias ou valores relativos à fianças; zelar pelo cumprimento dos prazos legais; proceder a outros atos de natureza tipicamente
cartorária;

2.2.1.2 REQUISITOS GERAIS:

a) Conclusão do Ensino Médio em instituição reconhecida pelos órgãos oficiais;
b) Habilitação para dirigir veículos automotores (Categoria "B").
2.2.1.3 JORNADA DE TRABALHO: Integral, de acordo com a legislação pertinente, com exclusiva dedicação às atividades do cargo.
2.2.1.4 REMUNERAÇÃO: R$ 1.268,30 (um mil, duzentos e sessenta e oito reais e trinta centavos) e demais vantagens previstas em lei.
2.2.1.5 TOTAL DE VAGAS: 400 (quatrocentas).
2.2.2 CARGO: AGENTE DE POLÍCIA DE 3ª CLASSE – SÍMBOLO QAPC - I
2.2.2.1 DESCRIÇÃO SUMÁRIA DE ATIVIDADES: proceder mediante determinação da autoridade policial às diligências e investigações
policiais com o máximo sigilo e exação, que lhes sejam determinadas; proceder a intimações; efetuar prisões em flagrante delito na forma
da lei; cumprir mandados e ordens de serviço expedidos pela Autoridade Policial ou Judiciária competente; formalizar partes de serviço;
conduzir e escoltar presos; operar equipamentos de comunicação e de informática; dirigir e manter em perfeito estado de conservação e
limpeza as viaturas policiais; executar outras determinações emanadas da Autoridade Policial ou chefia competente.

2.2.2.2 REQUISITOS GERAIS:
a) Conclusão do Ensino Médio em instituição reconhecida pelos órgãos oficiais.
b) Habilitação para dirigir veículos automotores (Categoria "B").
2.2.2.3 JORNADA DE TRABALHO: Integral, de acordo com a legislação pertinente, com exclusiva dedicação às atividades do cargo.
2.2.2.4 REMUNERAÇÃO: R$ 1.268,30 (um mil, duzentos e sessenta e oito reais e trinta centavos) e demais vantagens previstas em lei.
2.2.2.5 TOTAL DE VAGAS: 665 (seiscentas e sessenta e cinco).
2.2.2 CARGO: DACTILOSCOPISTA POLICIAL DE 3ª CLASSE – SÍMBOLO QAPC - I

ESTADO DE PERNAMBUCO
SECRETARIA DE DEFESA SOCIAL
POLÍCIA CIVIL
CONCURSO PÚBLICO 2006



2.2.2.1 DESCRIÇÃO SUMÁRIA DE ATIVIDADES: compreende atividades de coleta, análise, classificação, pesquisa, confronto
papiloscópico das impressões palmares e plantares, e as digitais colhidas de vivos e mortos com as individuais decadactilares dos
prontuários civis e criminais, arquivamento de impressões digitais, identificação neo-natal, retrato falado, bem como o desempenho de
outras atividades policiais ou administrativas quando requisitados por autoridade competente em sua área de atuação.

2.2.2.2 REQUISITOS GERAIS:

a) Conclusão do Ensino Médio em instituição reconhecida pelos órgãos oficiais.
b) Habilitação para dirigir veículos automotores (Categoria "B").
2.2.2.3 JORNADA DE TRABALHO: Integral, de acordo com a legislação pertinente, com exclusiva dedicação às atividades do cargo.
2.2.2.4 REMUNERAÇÃO: R$ 1.268,30 (um mil, duzentos e sessenta e oito reais e trinta centavos) e demais vantagens previstas em lei.
2.2.2.5 TOTAL DE VAGAS: 55 (cinqüenta e cinco).

FONTE: http://www.vestcon.com.br/ft/conc/1379.pdf

http://www.ipad.com.br/policiacivil2006

"Período de transição já começou", diz novo secretário de Defesa Social

"Período de transição já começou", diz novo secretário de Defesa Social

Posse do novo comando da segurança pública do Estado foi nesta segunda-feira; segundo Wilson Damásio, osprojetos já existentes devem ser levados adiante

Da Redação do pe360graus.com

Reprodução/TV Globo

Foto: Reprodução/TV Globo

A segurança pública, em Pernambuco, está sob novo comando. A posse do novo secretário de Defesa Social (SDS), Wilson Salles Damásio (foto), e do novo comandante da Polícia Militar, coronel Antônio Carlos Tavares Lira, foi na manhã desta segunda-feira (19), no Palácio do Campo das Princesas, no Recife. Os projetos já existentes devem ser levados adiante.

De acordo com Damásio, a prioridade é dar continuidade à política de redução da criminalidade. “O nosso período de transição já começou. A equipe é a mesma e, inclusive, Servilho Paiva (ex-secretário da SDS) está me ajudando nesse processo. A nossa proposta é continuar perseguindo a meta do Pacto pela Vida, que é reduzir em 12% a cada ano o índice de homicídios no Estado, agregando as experiências exitosas que acompanhei em todo o Brasil e no exterior”, explicou.

Integrar polícias Civil e Militar também é outro objetivo do novo secretário. “Elas já são integradas, mas nós vamos uní-las ainda mais. Queremos também dar mais qualidade para a Polícia Civil, capacitando a Polícia Judiciária e a Científica, pois o inquérito e o laudo são instrumentos importantes no combate ao crime”, disse.

Sobre os concursos na área de segurança pública do Estado, o secretário explicou que aguarda um parecer técnico da Secretaria de Administração para saber como e quando as nomeações podem ser feitas, pois frisou que a Lei da Responsabilidade Fiscal precisa ser cumprida.

A diferença salarial entre as polícias foi minimizada. “Não é uma diferença tão grande assim. Como as políticas de segurança pública atuam no sentido de aumentar o nível de escolaridade dos policiais civis, o salário pode acabar sendo maior. Mas, se na prática, essa diferença estiver repercutindo dentro das corporações, nós vamos tomar uma medida”, falou.

A respeito da repressão ao tráfico de drogas, Damásio ratificou que o combate ao crack será o foco principal.

Fonte: http://pe360graus.globo.com/noticias/cidades/seguranca-publica/2010/04/20/NWS,511544,4,294,NOTICIAS,766-PERIODO-TRANSICAO-COMECOU-DIZ-NOVO-SECRETARIO-DEFESA-SOCIAL.aspx

Comentário:

O novo secretário já começo mal, fala em integração mas esquece de integrar os salários, vamos ver se os militares irão trabalhar com o mesmo gás de quando estavam sendo enganados. Estão pensando que soldado é besta né?

Vamos divulgar essa política discriminatória contra os militares do estado.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

OS TRÊS PATETAS

OS TRÊS PATETAS - Biografias


Moe Howard
Moe Howard nasceu em 19 de junho de 1897 em Bensonhurst, New York. Seu verdadeiro nome era Moses Horwitz. Moe tinha 4 irmãos, destes, dois se tornariam integrantes dos Três Patetas: Jerome (Curly) e Shemp. Os outros dois irmãos, Jack e Irving, nunca se envolveram com o show business. Em 1909 nos estúdios de Vitagraph, no Brooklyn, Moe ganhou sua entrada no cinema. Sua persistência o fez aparecer em filmes ao lado de estrelas da época como John Bunny, Flora Finch, Earle William, Herbert Rawlinson, e Walter Johnson. Foi também em 1909 que Moe se encontrou com Ted Healy, se tornando bons amigos, e no verão de 1912 se juntaram ao espetáculo aquático de Annette Kellerman como as "meninas mergulharoras". Permaneceram nesse trabalho apenas aquele verão. em 1922, Moe juntamente com Ted Healy e com o irmão Shemp deu forma a uma parceria, que durou, com algumas interrupções, por quase 10 anos. Em 7 de Junho de 1925, Moe casou-se com Helen Schonberger, que era uma prima de Harry Houdini, o famoso mágico. Ted Healy e seus Patetas fizeram sua primeira aparição na tela na comédia "Uma noite em Veneza e Soup to Nuts". Estas películas foram seguida por uma série de comédias para a Metro Golden Mayer. Em 1934, Moe Howard, Larry Fine, e Jerome Howard curly, assinaram um contrato com os Columbia Studios como Os Três Patetas para fazer filmes curtos que são vistos até hoje na televisão. Em 1958, Moe e Larry juntaram-se a Joe DeRita para continuar os Três Patetas, depois da morte de Curly. Continuaram atuando até que em 1970 Larry sofreu um infarto durante o as gravações do filme "Kook's Tour " . Como Larry ficou incapacitado para continuar as gravações, Moe e Joe curly pensaram em substituí-lo por Emil Sitka, mas os Três Patetas jamais retornariam às telas novamente. Moe teve dois filhos, Joan e Paul.

Moe Howard faleceu em 4 de maio de 1975 com setenta e oito anos de idade.

Larry Fine
Larry Fine nasceu em 05 de outubro de 1902 no lado sul da Filadélfia, Pensilvânia. Seu nome verdadeiro era Louis Fienberg. Seus pais, Joseph Fienberg e Fanny Lieberman, tinham uma relojoaria. Larry tinha dois irmãos, Morris, um irmão mais novo Phillip que morreu prematuramente, e uma irmã, Lila, que seguiu a carreira de professora. Quando criança, Larry sofreu um acidente na relojoaria de seu pai. Larry teve o braço esquerdo queimado por um ácido usado por seu pai na manutenção de relógios e jóias. Larry necessitou de tratamento especializado e um implante da pele foi feito em seu braço. Os médicos de Larry recomendaram que ele fizesse lições do violino como fisioterapia. Com o tempo Larry começou a tocar violino profissionalmente. Larry começou a atuar nas casas noturnas como violinista e eventualmente lutador de boxe. Conseguiu um bom dinheiro em uma luta contra um lutador bem mais leve que ele. Mais tarde, desenvolveria um show em que faria uma dança russa ao tocar o violino. Foi este número que chamou a atenção de Ted Healy. Depois que Shemp decidiu abandonar o show de Ted Healy, Moe sugeriu que talvez Larry poderia substituir Shemp. O trio, Moe, Larry, e Shemp apareceria primeiramente na Broadway em "Uma noite em Veneza". Larry também participou do primeiro longa metragem do trio chamado "Soup for Nuts" em 1930 para a Twenty century Fox. Larry teve dois filhos. Seu filho, Johnny morreu em um acidente trágico de automóvel em 17 de novembro de 1961 com a idade de 24. Larry teve também uma filha, Phyllis. A esposa de Larry, Mable, morreu em 30 de maio de 1967. Larry tem cinco netos, Christy Lynn Clark, John Fine, Jr., Phyllis Miller, Kris Cutler, e Eric Lamond. Após 1958, Larry, Moe, e Joe curly apresentaram shows ao vivo através do país,.

Larry sofreu um infarto durante as filmagens de "Kook's Tour" em 1970. Após seu infarto, Larry jamais atuaria novamente. Larry Fine morreu em 24 de janeiro de 1975.

Curly Howard
O nome verdadeiro de Howard curly era Jerome Lester Horwitz. Curly nasceu em 22 de outubro de 1903 em Bath beach, um resort de verão no Brooklyn. Curly se interessou pelo show business vendo seus irmãos mais velhos, Shemp e Moe atuarem com os Patetas no show de Ted Healy. Depois que Shemp saiu do show de Healy, Moe sugeriu a Healy que seu irmão mais novo, Jerome substituisse Shemp. Curly era conhecido naquela época como "babe." Quando Curly foi conversar com Teddy Healy pela primeira vez, tinha cabelos castanhos fartos e ondulados e um belo bigode que Teddy mandou que raspasse imediatamente. Curly acabou aceitando raspar a cabeça e o bigode como condição para entrar para os Patetas. Conhecido agora como curly, mergulhou com os Patetas nos shows de vaudeville e as comédias curtas da MGM. Em 1934, Curly se uniu a Larry e Moe e fizeram muitos curta-metragens para a Columbia Pictures. Depois que seu primeiro casamento foi anulado, Curly casou-se mais três vezes. em 7 de Junho de 1937 casou-se com Elaine Ackerman. Em 1938, Elaine deu à luz à primeira filha de Curly, Marilyn. Elaine e curly divorciaram-se em 11 de julho de 1940 após somente 3 anos de união. em 17 de outubro de 1945, Curly se casou com Marion Buxbaum. Após três meses de intensas brigas e acusações, Curly se separou de Marion em 14 de janeiro de 1946. Este divórcio foi um escândalo na época e todos os jornais esmiuçaram o caso à exaustão. Foi após sua separação de Marion que a saúde de Curly começou seu declínio rápido. Em 06 de maio de 1946, Curly sofreu um infarto durante a gravação da 97º comedia dos Três Patetas intitulada "Half-Wits' Holiday"(1947). Um ano mais tarde Curly conheceu Valerie Newman, com quem se casou em 31 de julho de 1947. Valerie foi a quarta esposa de Curly, e cuidou dele naqueles anos terríveis. Valerie deu à luz a uma filha, Janie. Finalmente, em 1949, a saúde curly piorou e ele sofreu uma série de infartos seguidos e foi levado ao Cedars of Lebanon Hospital em Hollywood.

Curly morreu em 18 de janeiro de 1952. Tinha apenas 48 anos de idade.

Fonte: http://www.mofolandia.com.br/mofolandia_nova/tres_patetas_bio.htm

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Polícia Civil e PM voltam a se estranhar

Do Blog de Inaldo Sampaio

Polícia Civil e PM voltam a se estranhar

Escrito por Inaldo Sampaio

13 de Abril de 2010 às 00:00:00


Coluna da Folha de Pernambuco da terça-feira, 13/04/10

Uma das decisões acertadas do governo Jarbas Vasconcelos foi a extinção da Secretaria de Segurança Pública e a criação para substituí-la da Secretaria de Defesa Social, à qual ficaram subordinadas as Polícias Civil e Militar. Com isso, perderam o status de secretário o comandante da PM e o chefe da PC, da mesma forma que os comandantes militares deixaram de ser ministros no governo FHC e passaram a ser subordinados ao Ministério da Defesa.

A criação da SDS foi o primeiro passo que se deu em Pernambuco para unificar as duas Polícias, que, historicamente, nunca se relacionaram bem. Na prática, entretanto, a tão sonhada unificação ainda não se consumou. Os conflitos entre ambas continuam e recentemente se agravaram por causa do ajuste salarial. Os coronéis não se conformam por ganharem um pouco menos que os delegados de polícia e passam esta insatisfação para o restante da tropa.

Deve-se a esta disparidade o esfriamento das relações entre o secretário Servilho Paiva e o comandante-geral da PM, coronel José Lopes de Souza. O secretário não teria ido ao limite de suas forças pela equiparação salarial entre as duas polícias, desagradando aos membros da PM. É um problema que o governador Eduardo Campos terá que resolver antes da negociação salarial prevista para novembro a fim de não comprometer as metas do “Pacto pela Vida”.

Fonte: http://www.maisab.com.br/blog/in.php?page=inBlog&idB=7049

sábado, 10 de abril de 2010

Entre 15 instituições, PM é a 3ª de maior credibilidade e Polícia Civil última

Do PE Body Count:

Entre 15 instituições, PM é a 3ª de maior credibilidade e Polícia Civil última

Entre 15 instituições, PM é a 3ª de maior credibilidade e Polícia  Civil última

Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (30/04) pelo Instituto Maurício de Nassau estabeleceu um ranking da credibilidade das instituições entre os Recifenses. Das 15 instituições citadas, a que detém maior confiança da população é a igreja com 22,5%, seguida da família com 9,4% e a PM, com 6,5%.

A Polícia Civil, empatada com a Prefeitura, a ONU e a Aeronáutica aparecem empatadas com 0,5% das opiniões. Foram entrevistadas 815 pessoas nos dias 14 e 15 de abril, nas seis regiões administrativas da capital pernambucana.

A pesquisa é a segunda edição do "Termômetro da Violência" realizado pelo Instituto Maurício de Nassau.

A credibilidade da PM também bate o Exército, a Polícia Federal, o Corpo de Bombeiros e o Ministério Público. A pesquisa não foi estimulada e contabilizou as instituições mais citadas pelas pessoas ouvidas. Vale ressaltar ainda que 18% dos entrevistados afirmaram não confiar em nenhuma instituição.

* O gráfico que ilustra esse post foi feito por Ana Carolina Soriano.

Fonte: http://www.pebodycount.com.br/post/postUnico.php?post=1047

sexta-feira, 9 de abril de 2010

PEC300 - ÚLTIMAS NOTÍCIAS 09ABR10

Por Deputado Paes de Lira

CONVERSANDO FRANCAMENTE - PGM 41

Nesta edição o Deputado Federal Paes de Lira comenta os principais fatos da semana, como a obstrução dos partidos e parlamentares, que por motivos variados, ajudou a pressionar o Presidente da Câmara a se reunir na próxima terça (13) com os Líderes para definirem se colocam a PEC 300 em votação. Paes de Lira ainda apresenta os primeiros números dos Deputados que assinaram o compromisso de obstrução individual enquanto a PEC 300 não for para Ordem do Dia. Entre outros assuntos, ele ainda comenta a compra dos aviões de combate, sua posição contra a "Comissão da Verdade" pretendida pelo Governo, a defesa da PMESP contra acusações de outro parlamentar e o Projeto Ficha Limpa, que corre o risco de não ser votado devido a uma manobra dos grandes partidos.


Ache outros vídeos como este em Policiais e Bombeiros do Brasil. A maior comunidade do gênero.

Fonte: http://policialbr.ning.com/video/conversando-francamente-pgm-1

Erro de avaliação, servidor e competição eleitoral

Por Adriano Oliveira:

Erro de avaliação, servidor e competição eleitoral

Novamente abordo os salários dos servidores. Governadores não dão aumento aos servidores em razão de não querer. Mas por dois motivos principais:

1) limitação fiscal do estado;

e 2) prioridade.

Esta última representa a prioridade dada a certa categoria de servidor ou a investimentos. Quando certa categoria de servidor ganha aumento mais do que outro, isto representa que alguns servidores têm maior poder de pressão junto ao governador.

Delegados receberam reajustes. Merecidos. Policiais civis também, mas não estão satisfeitos. Temos, numa mesma polícia, duas categorias, dois interesses. Delegados estão preocupados com si. E policiais civis devem fazer o mesmo. Delegado depende do agente. Este depende do delegado. Portanto, supõe-se que eles devem ter interesses convergentes.

A Polícia Militar contribuiu para a redução da freqüência de homicídios. São mais policiais nas ruas. Oficiais e praças têm metas de trabalho. São cobrados. Contudo, o aumento dado a Polícia Militar não foi similar ao concedido aos delegados. Oficiais podem estar insatisfeitos. A insatisfação talvez venha a interferir no desempenho dos militares.

Fazendários são privilegiados. O teto é ampliado para beneficiar os fazendários. Professores reclamam dos salários. Docentes ganham muito menos do que os fazendários. Indivíduos precisam ser bem educados. O crescimento econômico caminha atrelado ao aumento do nível de instrução. Fazendários têm diploma de nível superior. Professores também. Mas a diferença salarial é gritante.

Qual é o custo do privilégio? Qual é o custo advindo de uma má avaliação? Existe relação entre insatisfação do servidor e competitividade eleitoral? Não sei responder a estas indagações. Mas pressuponho que alguém não transmite bons conselhos ao governador.

Fonte: http://www.institutomauriciodenassau.com.br/blog/erro-de-avaliacao-servidor-e-competicao-eleitoral/

Erro de avaliação, servidor e competição eleitoral

Por Adriano Oliveira:

Erro de avaliação, servidor e competição eleitoral

Novamente abordo os salários dos servidores. Governadores não dão aumento aos servidores em razão de não querer. Mas por dois motivos principais:

1) limitação fiscal do estado;

e 2) prioridade.

Esta última representa a prioridade dada a certa categoria de servidor ou a investimentos. Quando certa categoria de servidor ganha aumento mais do que outro, isto representa que alguns servidores têm maior poder de pressão junto ao governador.

Delegados receberam reajustes. Merecidos. Policiais civis também, mas não estão satisfeitos. Temos, numa mesma polícia, duas categorias, dois interesses. Delegados estão preocupados com si. E policiais civis devem fazer o mesmo. Delegado depende do agente. Este depende do delegado. Portanto, supõe-se que eles devem ter interesses convergentes.

A Polícia Militar contribuiu para a redução da freqüência de homicídios. São mais policiais nas ruas. Oficiais e praças têm metas de trabalho. São cobrados. Contudo, o aumento dado a Polícia Militar não foi similar ao concedido aos delegados. Oficiais podem estar insatisfeitos. A insatisfação talvez venha a interferir no desempenho dos militares.

Fazendários são privilegiados. O teto é ampliado para beneficiar os fazendários. Professores reclamam dos salários. Docentes ganham muito menos do que os fazendários. Indivíduos precisam ser bem educados. O crescimento econômico caminha atrelado ao aumento do nível de instrução. Fazendários têm diploma de nível superior. Professores também. Mas a diferença salarial é gritante.

Qual é o custo do privilégio? Qual é o custo advindo de uma má avaliação? Existe relação entre insatisfação do servidor e competitividade eleitoral? Não sei responder a estas indagações. Mas pressuponho que alguém não transmite bons conselhos ao governador.

Fonte: http://www.institutomauriciodenassau.com.br/blog/erro-de-avaliacao-servidor-e-competicao-eleitoral/

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Por reajuste, PMs iniciam aquartelamento em AL

Por reajuste, PMs iniciam aquartelamento em AL

07 de abril de 2010 | 9h 34
RICARDO RODRIGUES - Agência Estado

Os policiais militares em Alagoas iniciaram na manhã de hoje um aquartelamento em protesto contra a defasagem salarial. Eles estão chegando nos quartéis e batalhões, mas não estão saindo às ruas para trabalhar. Segundo o presidente da Associação dos Oficiais Militares de Alagoas, major Wellington Fragoso, o aquartelamento é por tempo indeterminado, "até que o governo sente para negociar a nossa data-base". Ele disse que, quem não estiver aquartelado, estará participando de um ato público, na Praça Dom Pedro II, no centro de Maceió.

De acordo com o major Fragoso, a categoria pede o pagamento de 7% de reajuste, pendente de um acordo firmado com governo, além da redução da escala de trabalho dos militares para 40 horas semanais e do reajuste salarial das últimas quatro datas-base. "Estamos pedindo apenas o cumprimento da lei. Será que a lei só serve para usada contra nós? Será que é pedir demais que nossos direitos sejam respeitados? Hoje é o ''dia D'', convoco os militares e a população em geral para juntos cobrarmos do governo segurança pública de qualidade para os alagoanos", afirmou Fragoso.

Em nota, o secretário estadual da Defesa Social, delegado Paulo Rubim, disse que não foi comunicado oficialmente sobre o aquartelamento, por isso ainda não tinha um posicionamento sobre o movimento. No entanto, em entrevista à imprensa, o secretário afirmou que o governador Teotônio Vilela Filho (PSDB) pode solicitar do governo federal o reforço da Força Nacional, caso o aquartelamento retire os policiais militares das ruas. Além disso, o secretário também comentou que não via "motivo" para o protesto.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,por-reajuste-pms-iniciam-aquartelamento-em-al,534946,0.htm


Parabenizações em prol da PEC 300

Grande parte dos deputados mostrou apoio e solidariedade a PEC 300 e aos trabalhadores de segurança pública. A obstrução deu resultado. Ontem nada foi votado na Casa. Vai ficar assim até que a PEC 300 volte para a pauta de votações.




Por Capitão Assumção Deputado Federal

Fonte: http://www.capitaoassumcao.com/2010/04/parabenizacoes-em-prol-da-pec-300.html

PEC300 - ÚLTIMAS NOTÍCIAS 08ABR10

Notícias da PEC 300


Ache outros vídeos como este em Policiais e Bombeiros do Brasil. A maior comunidade do gênero.


Fonte: http://policialbr.ning.com/?xg_source=msg_mes_network

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Marcha pela PEC 300 em Brasília

Marcha pela PEC 300 em Brasília, atualizado:




Ache outros vídeos como este em Policiais e Bombeiros do Brasil. A maior comunidade do gênero.

SDS contabiliza 70 assassinatos em Pernambuco durante feriadão

Pernambuco // SEMANA SANTA

SDS contabiliza 70 assassinatos em Pernambuco durante feriadão

Publicado em 05.04.2010, às 19h50

Do JC Online

A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS-PE) contabilizou 70 homicídios durante o feriadão da Semana Santa em Pernambuco. A secretaria levou em conta o período da quinta-feira (1°) até o domingo (4). No mesmo feriadão do ano passado, foi registrado um total de 67 crimes violentos letais intencionais (CVLI), da quinta até o domingo - 9 a 12 de abril de 2009.

Dos 70 crimes, houve três duplos homicídios e, em dois deles, as vítimas eram da mesma família. Na madrugada de sexta-feira, dois irmãos foram mortos a tiros no bar do pai deles, localizado na Rua da Palma, Bairro de Santo Antônio, no Centro do Recife. De acordo com a polícia, Sebastião Pereira de Barros, 36, e João Antônio Calado de Barros, 20, foram surpreendidos por um tiroteio no bar, após uma briga. Uma terceira pessoa que estava no estabelecimento ficou ferida e foi levada para o Hospital da Restauração. Segundo o hospital, ele passa bem.

Já em Jardim São Paulo, Zona Oeste do Recife, pai e filho foram mortos dentro de casa. Tadeu Dias de Sá, 47, e Leandro Henrique José da Silva, 22, estavam em casa e acabaram surpreendidos por dois homens, que chegaram atirando. O motivo e a autoria do crime são desconhecidos.

O terceiro duplo homicídio aconteceu na madrugada de ontem, em Ponte dos Carvalhos, Cabo de Santo Agostinho, Grande Recife. Segundo a polícia, Miqueias de Azevedo Oliveira, 22, e Edmilson Antônio de Lima, 32, encontravam-se em um terreno baldio fumando crack com um terceiro rapaz ainda não identificado. Os três teriam discutido e esse terceiro homem atirou contra a dupla, fugindo em seguida. Os três casos foram registrados por policiais do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

OLINDA - Além dos duplos homicídios, um dos casos que mais chamou atenção foi o de uma menina de 9 anos encontrada morta na Ilha do Maruim, em Olinda, na madrugada do domingo (4). Kelly do Nascimento estava desaparecida desde as 15h do sábado e seu corpo foi encontrado por volta das 3h do dia seguinte, com sinais de estrangulamento. Também há indícios de estupro.

Fonte: http://jc.uol.com.br/canal/cotidiano/pernambuco/noticia/2010/04/05/sds-contabiliza-70-assassinatos-em-pernambuco-durante-feriadao-218502.php

Comentário:

Será mera coincidência? Ou será que os militares estão trabalhado de acordo com o tratamento dispensado aos milicianos? Soldado PM/BM ganhando hoje (Março de 2010) R$ 1.210,00 e agente da civil R$ 2.440,00, exatamente o dobro! Então o governo quer manter os índices de criminalidade baixos às nossas custas e quer nos pagar de forma desproporcional...

Infelizmente, quem paga no fim de tudo é a população, que precisa ficar ciente dessas verdades, vamos divulgar e fazer a nossa parte..


segunda-feira, 5 de abril de 2010

Crise na Segurança V

Do Blog de Fernando Machado

Crise na Segurança V
• 4 abril, 2010 •

A nota de esclarecimento divulgada pelo Comando da PMPE, com a assinatura de parte dos 26 coronéis da corporação, apesar de reproduzir as reivindicações contidas no ofício que o comandante José Lopes não conseguiu entregar diretamente ao governador Eduardo Campos, contém algumas loas ao Governo do Estado, citando suas principais realizações.

Só esqueceu-se de dizer que neste governo não foi realizado nenhum vestibular para a Academia de Polícia Militar do Paudalho, que deve fechar suas portas em dezembro por falta de alunos. Aliás, a outrora Academia, que recebeu essa denominação histórica na época em era comandada pelo coronel Sebastião Rufino, hoje deputado estadual, tem agora o “pomposo” nome de Cemata. Realmente, uma pessoa de bom senso “se mata” quando toma conhecimento dessa heresia institucional.

Em tempo, os coronéis Elisio Viana e Eduardo Fonseca (estavam de férias e viajando), Aldo Nascimento e Paulo Cabral (estavam em Brasília a serviço da SDS), o chefe do Estado Maior Tavares Lira (que tem cargo comissionado alegou doença), os que exercem cargos comissionados como o comandante da Academia José Carlos Silva, Romero Paiva e Sérgio Viana, estes últimos a disposição da SDS, não assinaram o documento.

Fone: http://fernandomachado.blog.br/crise-na-seguranca-v/

Crise na Segurança IV

Do Blog de Fernando Machado

Crise na Segurança IV

• 3 abril, 2010 •

Muita gente estranhou a fato de os coronéis do Corpo de Bombeiros não terem providenciado nenhum documento solicitando equiparação com a polícia civil, como fizeram os colegas da PMPE, afinal todos são militares estaduais e recebem salários iguais.

A tensão de momentos como esses recaiu nas costas do coronel José Lopes, enquanto o coronel Carlos Eduardo Casa Nova, comandante do Corpo de Bombeiros, assistiu a tudo de camarote. Para não dizer que não participaram de nada, alguns oficiais e praças foram vistos nas assembléias e passeatas realizadas segunda e terça-feira. E só.

Fonte: http://fernandomachado.blog.br/crise-na-seguranca-iv/

sábado, 3 de abril de 2010

A PMPE é uma bomba

Negociações salariais

Do Blog de Jamildo

A PMPE é uma bomba


Por Adriano Oliveira – Professor Adjunto do Departamento de Ciência Política da UFPE.

A Polícia Militar de Pernambuco é uma bomba. A qualquer instante ela pode explodir.

Diversas associações buscam controlar os militares. Porém, aparentemente, nenhuma tem o apoio unânime dos praças e dos oficiais.

Na PMPE existem duas polícias – oficiais e praças. Cada um procura contemplar os seus interesses. O interesse coletivo da instituição não é um bem para todos.

O excesso de hierarquias e a falta de perspectiva de crescimento profissional retiram a motivação dos policiais. São diversos os oficiais e praças que desejam sair da PM.

Para muitos a PM é um “bico”.

O governo construiu uma política salarial para a PM – 10% de aumento anual. O governo possibilitou mais policiais nas ruas. Além de mais viaturas. É indiscutível também que existem mais policiais atuando com apetrechos adequados – coletes a prova de bala, armas. No entanto, existem policiais insatisfeitos. Para esta insatisfação deixar de existir, é necessário reformar a PM.

Excesso de hierarquias inibe aumento salarial robusto para a tropa. Além de impossibilitar promoções. Não foi ainda criada no âmbito da instituição militar uma polícia de carreira. Nesta, todos teriam as mesmas oportunidades de ascensão profissional e ganho salarial. Para tal empreitada, é necessária a criação de uma única entrada na PM. Contudo, reconheço que esta mudança institucional seja difícil de ocorrer.

Oficiais não admitiriam tal inovação. Por não admitirem a inovação institucional, praças e oficiais buscam cargos para conseguirem gratificação e por conseqüência aumento salarial. Esta busca sempre ocorrerá. E os governos sempre terão em mãos uma bomba que a qualquer instante poderá explodir. O governo fustigou os policiais militares.

Não só eles.

Mas diversas categorias de servidores públicos quando reconheceu os fazendários como categoria privilegiada do funcionalismo público. Fustigou também no instante em que concedeu merecido aumento aos delegados da Polícia Civil – 42%. Mas não ofereceu, de antemão, percentual semelhante aos policiais militares.

Com razão, os militares reconheceram que foram desprestigiados. O governo de Pernambuco determinou acertadamente metas para delegados e oficiais. Estes estão cumprindo as metas estabelecidas.

A prova disto é a redução da freqüência de homicídios. Praças estão nas ruas, recebendo as ordens dos oficiais. Por conseqüência, contribuindo para a parcial eficiência da política de segurança do governo.

Então, por que os policiais militares não receberam aumento semelhante ao dos delegados? Os praças que estão nas ruas não querem saber do equilíbrio fiscal do estado. Mas do tiro que poderá lhe atingir. Não interessa ao oficial saber que o contingente da PM é maior do que o da Polícia Civil. Ele deseja o aumento.

Pois, faz jus a ele, já “que foram três ou quatro anos de academia”. Lembro que oficias e praças são duas categorias autônomas numa mesma instituição. Portanto, não adianta agradar uma e esquecer a outra. Já se foi o tempo em que oficiais controlavam praças. E que oficiais não faziam greves. Disciplina, infelizmente, só com aumento de salário.

Doutor Adriano Oliveira Professor Adjunto do Departamento de Ciência Política (UFPE)
Coordenador do Núcleo de Estudos de Estratégias e Política Eleitoral (UFPE)

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Viatura da PM invade casa no Ibura e deixa uma pessoa morta

Pernambuco // Acidente

Viatura da PM invade casa no Ibura e deixa uma pessoa morta

Publicado em 22.02.2010, às 19h16

Do JC Online
Acidente deixou saldo de uma pessoa morta e cinco feridas
Acidente deixou saldo de uma pessoa morta e cinco feridas
Foto: Alexandro Auler / JC Imagem

Atualizada às 21h30

Uma viatura da Polícia Militar perdeu o controle, capotou e atingiu duas casas no Ibura, Zona Sul do Recife, no início da noite desta segunda-feira (22). Um homem que possui deficência mental morreu e policiais ficaram feridos.

Antes do acidente, os policiais estavam indo levar o deficiente mental, identificado como Ronaldo Felix de Matos, 19, para o Hospital Psiquiátrico Ulysses Pernambucano, no bairro da Tamarineira, Zona Norte do Recife, quando o motorista perdeu o controle e capotou na Rua Riacho das Almas atingindo as casas de número 198 e 248. Com o impacto, o homem morreu.

Segundo informações da Polícia Militar, a viatura havia sido acionada para socorrer o deficiente mental porque ele estava agindo com violência. No carro, também estavam duas mulheres que eram parentes da vítima fatal. Elas e os dois policiais ficaram feridos e foram socorridos pelo Samu. Suarlene da Cunha Lima, 56, mãe de Ronaldo, está internada em estado grave no Hospital da Restauração. Já Rejane Félix de Matos, 17, irmã do rapaz, teve apenas escoriações, assim como os policiais.










A dona de uma das residências atingidas, Ana Paula Santana, contou, ainda muito abalada e nervosa, que o carro derrubou o quarto dos filhos dela que fica na parte da frente da casa e também a frente da residência vizinha. Ninguém da família de Ana Paula nem da casa vizinha ficou ferido. No momento do acidente, os dois filhos dela estavam na casa da avó que também fica no Ibura.

Fonte: http://jc.uol.com.br/canal/cotidiano/pernambuco/noticia/2010/02/22/viatura-da-pm-invade-casa-no-ibura-e-deixa-uma-pessoa-morta-214610.php

Viatura da PM - Duas mortes em colisão de trânsito

Vejam o acontece quando se entrega a direção de veículo de emergência a quem não tem a devida habilitação:

Viatura da PM - Duas mortes em colisão de trânsito

por REDAÇÃO CLUBE FM

Foto: Divulgação - clique para ver maior

Um acidente envolvendo uma viatura da Polícia Militar e um caminhão-pipa deixou duas pessoas mortas e outras três feridas. A colisão aconteceu por volta das 9h30 de ontem, em Campo Grande, Zona Norte do Recife, em frente ao prédio do Instituto de Criminalísca (IC).A viatura da PM tinha sido acionada para socorrer um cabo reformado, que passava mal em virtude de problemas cardíacos.

O militar aposentado Jeremias Pereira da Silva, 59 anos, que estava sendo socorrido, e a esposa, Sônia Maria Barbosa Siqueira, 40, morreram após o acidente. Ela sofreu traumatismo craniano e chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. Jeremias também foi socorrido em estado grave. Segundo a assessoria de comunicação do Hospital da Restauração (HR), ele passou por cirurgia, mas faleceu no início da tarde.

Vindo da cidade do Paulista, pela Avenida Agamenon Magalhães, com destino ao HR, a viatura, de placa KHU-7709, em alta velocidade e com as sirenes ligadas, teria ultrapassado o sinal vermelho e colidido com o caminhão, de placa KGA-7629. Na batida, o veículo rodou na pista e, em seguida, caiu dentro do canal no cruzamento da Agamenon Magalhães com a Rua Odorico Mendes.

A enfermeira Maria Virgem Conceição da Silva, 26, que passava pelo local, acabou sendo atropelada pelo veículo da PM. Ela foi socorrida e encaminhada ao Hospital Getúlio Vargas (HGV), mas já teve alta. "Graças a Deus, não aconteceu nada demais. Ela levou uma pancada na cabeça, fez o exame de raio-x e está bem", informou o irmão da vítima José Messias da Silva.

Segundo os socorristas do Samu, Sônia Maria chegou a passar por um processo de ressuscitação no local do acidente, antes de ser levada para o HR. Os dois PMs que socorriam o cabo, os soldados Guilherme Serafim e Ângelo, sofreram apenas pequenas escoriações, tiveram alta do Hospital da Polícia Militar (HPM) e passam bem. Outro que também não teve ferimentos graves foi o motorista do caminhão, Jamerson Alves, 33.

O comandante do 13º Batalhão de Polícia Militar, o major Haílton Araújo, confirmou que a viatura envolvida no acidente foi mesmo acionada para efetuar o socorro e, a princípio, teria mesmo furado o sinal, porém, com as sirenes ligadas. "As causas exatas ainda serão apuradas. O Instituto de Criminalística irá fazer a perícia para depois falarmos algo mais exato", disse.

Foto:Bernardo Dantas / Esp. para Aqui PE / D.A Press

Da redação do DIARIO DE PERNAMBUCO.

Fonte: http://www.clubepe.fm/noticias/?id=4923,VIATURA-DA-PM-DUAS-MORTES-EM-COLISAO-DE-TRANSITO

Viatura da PM sai da pista e capota em Bezerros

Pernambuco // Acidente

Viatura da PM sai da pista e capota em Bezerros

Publicado em 01.04.2010, às 17h56

Do JC Online

Uma viatura da Polícia Militar saiu da pista e capotou no início da tarde desta quinta-feira (1º) em Bezerros, Agreste de Pernambuco, no quilômetro 97,5 da BR-232.

Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), uma pessoa saiu ferida do capotamento e foi socorrida pelo helicóptero do órgão.

O trânsito no local do acidente já está fluindo normalmente. O veículo da PM já foi removido.

Fonte: http://jc.uol.com.br/canal/cotidiano/pernambuco/noticia/2010/04/01/viatura-da-pm-sai-da-pista-e-capota-em-bezerros-218218.php
------------
Comentário:

Queremos saber: Quem será responsabilizado por escalar o soldado pra dirigir sem habilitação para veículo de emergência?

Vamos processar, através da nossa PGA - Procuradoria Geral das Associações, os comandantes que estiverem obrigando e escalando os militares do estado para dirigirem essas viaturas sem a devida habilitação nos termos do artigo 145 do CTB - Código de Trânsito Brasileiro.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Capitão Vlademir Assis falará no Programa Geraldo Freire

Capitão Vlademir Assis, Presidente da AME - Associação dos Militares de Pernambuco, falará no Programa SUPER MANHÃ, com Geraldo Freire - Segunda-Feira, 05 de abril - 11 horas.

Rádio Jornal 780 AM ou na internet: http://jc3.uol.com.br/radiojornal/canal.php?canal=43

Associação confirma "greve branca" de policiais

Associação confirma "greve branca" de policiais, no Ceará...

Segundo o vice-presidente da Associação dos Cabos e Soldados do Corpo de Bombeiros e Polícia Militar, Flávio Sabino, a falta de condições de trabalho estaria levando boa parte da tropa policial a não exercer de fato suas funções no combate à violência

Ítalo Coriolano

coriolano@opovo.com.br

31 Mar 2010 - 00h37min

Policiais militares na Assembleia, ontem, ao decidir que retornariam hoje para novo protesto

A greve branca entre os policiais militares é uma realidade no Estado do Ceará. Quem confirma é o vice-presidente da Associação dos Cabos e Soldados do Corpo de Bombeiros e Polícia Militar, Flávio Sabino. Ontem, após manifestação da categoria na Assembleia Legislativa para pressionar por melhores condições de trabalho, Sabino disse ao O POVO que os baixos salários e a carga horária "totalmente excessiva" fazem com que o efetivo não exerça suas funções de maneira plena. "Não é que seja uma ação da tropa a greve branca, mas é uma reação da tropa a todo um sistema que está sendo imposto a ela. Não tem outro caminho".

Para detalhar como funciona a paralisação velada dos policiais, Sabino solicitou que um soldado conversasse com a reportagem, sem se identificar. "O policial faz o quê? Chega ao posto de serviço e fica por lá. Não aborda ninguém, não anda, não policia. Ele apenas vai, tira a falta, vai pro posto de serviço e lá ele fica, apenas como um poste, sem nada fazer, sem nada policiar".

Na edição da última segunda-feira, O POVO mostrou que policiais estão recorrendo com frequência a Licenças de Tratamento de Saúde (LTS) para conseguir afastamento. Seria mais uma estratégia da chamada greve branca, confirmada pelo vice-presidente da Associação de Cabos e Soldados. "É lógico, a tropa está doente, está cansada". E reforçada pelo policial que o ouvia: "Isso é inegável. Só o Governo que fecha os olhos e não quer aceitar que existe".

Os motivos para esse tipo de comportamento, explica, têm raiz na insatisfação da categoria, que, segundo ele, não consegue nem mesmo ascender profissionalmente. "Tem gente que há 17, 18 anos está trabalhando e ainda é soldado", critica.

Pressão
Insatisfeitos com essa suposta falta de atenção por parte do Governo, cerca de 200 policiais militares ocuparam ontem as galerias da Assembleia Legislativa para exigir que os parlamentares abram um canal de diálogo com o governador Cid Gomes (PSB). Saíram de lá, entretanto, sem nenhuma resposta concreta. Ficou apenas a promessa do líder governista, deputado Nelson Martins (PT), de agilizar um encontro com Cid

Apesar da garantia do parlamentar, os policiais decidiram ontem que voltarão na sessão de hoje para pressionar a base do Governo e, assim, fechar uma data para o encontro com Cid Gomes. Para os insatisfeitos, só com essa reunião o governador terá noção das reais condições de trabalho dos policiais. "Não vamos dar espaço. Queremos chegar ao governador", insiste o presidente da associação, cabo Luzimar Ferreira.

Fonte: http://www.noolhar.com/opovo/politica/967819.html

Procuradoria Geral das Associações - PGA

PGE - Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco: Os advogados do patrão (Governo) e a PGA - Procuradoria Geral das Associações, trabalhadores (Militares do Estado):


Amigos, para conhecimento de todos informamos o que é a famigerada PGE, é apenas um órgão do governo que defende os interesses do estado, e para atender isso podem dizer que "água é vinho e que vinho é água", depende do interesse do estado, então fiquem tanquilos, pois o que a PGE fala não é LEI, eles não podem ser contra legis, nós, as Entidade de classe dos Militares do Estado, temos nossa PGA - Procuradoria Geral das Associações, com excelentes advogados, para defender os interesses da categoria e proteger nossos associados.


PGE

A Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco é o órgão responsável pela representação judicial do Estado e suas autarquias.

A competência da PGE inclui também as atividades de consultoria jurídica ao Poder Executivo, a promoção da cobrança da dívida ativa e o exercício das demais atribuições fixadas em lei.

O órgão foi criado pela Lei Complementar nº 02, de 20 de agosto de 1990, que extinguiu a Procuradoria Geral dos Feitos da Fazenda e a Procuradoria das Execuções Fiscais. Os antigos consultores jurídicos do Estado passaram a integrar a carreira de Procurador do Estado, desaparecendo também, em conseqüência, os cargos de consultores jurídicos autárquicos.

Concluindo, estamos no velho embate PATRÃO (GOVERNO) X TRABALHADOR/EMPREGADO (MILITARES DO ESTADO), não podemos simplesmente engolir o que os advogados do patrão querem empurrar goela a baixo, se há controvérsia que se acione a justiça, e assim faremos democracia.

A LUTA CONTINUA

Vlademir Assis
Presidente da AME - Associação dos Militares de Pernambuco
www.ame-pe.org.br

Crise na Segurança III

Crise na Segurança III

• 1 abril, 2010 •

As autoridades civis de todos os níveis precisam entender que os militares têm alguns princípios dogmáticos. Além da hierarquia e disciplina, que são fundamentais, outro princípio é a figura do comandante, que é emblemática. Por mais fraco, desinteligente ou humilde que ele seja ele é o comandante. Trata-se de um emblema, inatacável, que chefia e lidera a tropa. Qualquer agressão ao comandante, por menor que seja, atinge a tropa em cheio.

No momento em que os dirigentes públicos ignoram esse fato, não dando a devida importância ao comandante geral, eles abrem espaços para as chamadas lideranças informais, para os aproveitadores, para as vivandeiras e para os adeptos do quanto pior melhor.

O comandante geral não pode ser impedido de falar diretamente com o governador, o comandante geral não pode ser motivo para chacota do secretário ou de quem quer que seja. Ao assinarem um documento pedindo isonomia salarial, os coronéis hipotecaram irrestrita solidariedade ao comandante que, naquele momento se sentia só, pois a tropa estava indignada com o tratamento diferenciado dado dispensado à Polícia Civil. Ele fez o que se esperava dele - procurou seus superiores.

Mas se essa procura os desagradou, o problema deve ser outro e muito distante dos quartéis, devendo ser sempre lembrado que militar só se comporta como militar quando verdadeiramente é tratado como tal.

Fonte: http://fernandomachado.blog.br/crise-na-seguranca-iii/

Comentário:

“Quando os que mandam perdem a vergonha, os que obedecem perdem o respeito.” Jean-Paul de Gondi


Crise na Segurança II

Do Blog de Fernando Machado:

Crise na Segurança II

• 31 março, 2010 •


O fato de o comandante da PMPE ter tentado entregar um documento ao governador passando por cima do secretário de Defesa Social torna a situação de um deles insustentável. Ou a situação dos dois. Fontes do Quartel do Derby, sede do comando geral da PMPE, dizem que o coronel José Lopes teria tentado falar com o secretário Servilho Paiva, a respeito da defasagem salarial entre as duas polícias, mas não foi atendido, mesmo tendo passado quase duas horas esperando para se chamado.

No rastro dessa descortesia para com o comandante de um dos principais órgãos do sistema de defesa social, surgiram comentários sobre outros problemas enfrentados pelo coronel José Lopes, dentre eles o fato de um secretário ter se referido a ele, ao chefe do Estado Maior coronel Daniel Lima e ao diretor de operações coronel Tavares Lira, em reunião conjunta na SDS como os Três Patetas.

Nota nesse sentido foi publicada em um grande jornal do Estado e nunca desmentida pela SDS. O comentário desastrado do secretário também foi criticado severamente em editorial do jornal da Associação dos Militares do Estado, mas também não desmentida pelo governo.

Alguns oficiais também se referem à rispidez como o secretário trata o comandante e a um episódio que teria acontecendo após o desfile do Galo da Madrugada do ano passado, quando o comandante José Lopes teria sido chamado de “pinto molhado” pelo secretário por ter permanecido na chuva que caiu ao final do desfile, além de ter oferecido bebida alcoólica ao motorista e ao segurança do comandante, o que foi prontamente recusado.

Os críticos do secretário admitem que grande parte da culpa cabe ao comandante, que não rechaça “brincadeiras” desse tipo como deveria. Outros atribuem a culpa a alguns colegas que, segundo eles, vivem bajulando o secretário, com convites para cafés da manhã em seus batalhões e outras gentilezas.

Fonte: http://fernandomachado.blog.br/crise-na-seguranca-ii/

Comentário:

"Cuspir pra baixo é muito fácil..." Esta frase sempre escutamos quando vemos nossos superiores "apertando" o subordinado, como nossos coronéis são "valentes" e "destemidos" na hora de cobrar do "menorzinho", do Soldado, do Sargento, do Tenente e até do Capitão, enfim se mostram posicionados com quem em tese, não pode resistir/reagir, mas uns frouxos e subservientes com aqueles que "estão autoridades", superiores que não respeitam suas estrelas, nem tampouco as corporações militares e seus integrantes.

Como falei dia desses na JC-CBN (Ouça aqui a entrevista): Deveriam vestir saias, para honrar o nome das Mulheres Guerreiras de Tejucupapo, que no passado expulsaram os Holandeses invasores do nosso aguerrido Pernambuco!

Crise na Segurança

Do Blog de Fernando Machado

Crise na Segurança

• 30 março, 2010 •

O fosso institucional entre as polícias militar e civil se tornou mais largo e mais profundo depois do puxão de orelhas que o governador deu nos coronéis e nos comandantes dos batalhões da Polícia Militar, sexta-feira, durante solenidade de sanção do projeto que concede bônus anuais em dinheiro para os policiais, de acordo com a redução dos índices de homicídios, por conta dos aplausos dos delegados de polícia a cada estocada que Eduardo Campos dava nos militares.

Os coronéis saíram cabisbaixos, constrangidos e envergonhados do palácio e muitos não escondiam a revolta pelo fato de se consideraram enganados pela Secretaria de Defesa Social, pois teriam sido chamados para uma reunião com o governador, quando, na realidade, não havia reunião alguma, e sim uma solenidade para sanção de uma lei, com uma claque (termo utilizado na televisão para designar o grupo de pessoas encarregadas de aplaudir as cenas) composta de delegados.

Esse fosso dificilmente será diminuído, mesmo que o Governo reduza a diferença salarial entre as duas instituições. A crise se tornou pública com a divulgação das tabelas de salários, com os policiais civis ganhando o dobro dos PMs, desequilíbrio percebido nos salários de soldado a coronel e de agente a delegado. Esse tratamento salarial diferenciado compromete seriamente o trabalho de integração que o governo insiste em desenvolver entre as duas corporações policiais e o Corpo de Bombeiros.

Cópia do documento redigido pelos coronéis e endereçado ao comandante geral propondo a equiparação salarial não foi recebido pelo governador, que teria mandado entregar o ofício ao secretário Servilho Paiva, e isso frustrou mais ainda o comandante da PM, que, segundo fontes da corporação, vem enfrentando dificuldades no relacionamento com o secretário, tanto que tentou falar diretamente com o governador, mas não foi ouvido.

Fontes palacianas dizem que depois da solenidade no Salão das Bandeiras, o governador chamou o comandante José Lopes ao gabinete para dizer-lhe que ele é o comandante e tinha que usar toda a sua autoridade para conter a tropa e punir os insubordinados. Os dois estavam em pé e enquanto falava, o governador tocava o peitoral do comandante com o polegar da mão direita. O comandante entrou e saiu calado.

Fonte: http://fernandomachado.blog.br/crise-na-seguranca/

Comentário: E ainda querem que nós das entidades de classe fiquemos calados? Nossas associações só existem por conta da falência da instituição COMANDANTE GERAL, e dos CORONÉIS, que deveriam ser os baluartes das nossas corporações, porém se tornaram verdadeiros "senhores feudais", preocupados apenas com seus "carguinhos", gratificações chamadas "penduricalhos", olhando exclusivamente para o próprio umbigo, esquecendo a tropa, a instituição e por fim a sociedade.

“Quando os que mandam perdem a vergonha, os que obedecem perdem o respeito.” Jean-Paul de Gondi